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Tempestades mortais

Quem é a “Rainha dos Tornados”, que quase foi decapitada em tempestade

Melanie Metz, a “Rainha dos Tornados”, está na linha de frente das tempestados mais mortais do mundo há três décadas; conheça sua história

Administração

 

Metrópoles
Foto-Jaime Farias Informa
 

Melanie Metz não é conhecida como a “Rainha dos Tornados” à toa. A norte-americana enfrentou algumas das tempestades mais mortais do mundo de frente, esteve a centímetros da decapitação e ainda assim nutre uma paixão por “lutar” contra esses fenômenos há três décadas.

Metz vive no famoso “corredor de tornados” dos Estados Unidos. Por lá, tempestades letais se formam todas as primaveras, lançando pedaços de granizo e atingindo velocidades de vento de até 480 km/h.

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@melaniemetzstormchasing/Instagram/Reprodução
Melanie Metz dedica sua vida a documentar os maiores tornados do mundo

Momento mais assustador

Segundo a norte-americana, o momento mais assustador em que esteve perto da morte aconteceu em 2013, perto de El Reno. Era uma tempestade tão grande que se tornou o tornado mais largo da história.

 

“Naquele dia, toda a nossa comunidade de caçadores de tempestades teve uma intuição de que algo ruim ia acontecer, algo muito ruim. A tempestade estava se aproximando de Oklahoma City na hora do rush, e esse é o pior momento e lugar para estar perseguindo uma tempestade”, contou a “Rainha dos Tornados” ao tablóide The Sun.

Metz ainda relatou que o trânsito estava completamente congestionado e até os profissionais mais experientes estavam apavorados. Infelizmente, três renomados caçadores de tempestades – Tim Samaras, seu filho Paul e Carl Young, do projeto TWISTEX – morreram tragicamente, juntamente com outras cinco pessoas.

 

Experiência de quase-morte

Além da experiência pavorosa vivida em 2013, foi em 26 de abril de 2024 que Melanie Metz quase morreu. Ela estava acompanhando uma série de tornados em Nebraska e Iowa e, devido à pouca luz, não viu os prédios danificados na rua nem o cabo que estava pendurado acima dela.

Passei por baixo daquele cabo a cerca de 70 km/h. Ele raspou no teto do meu veículo e destruiu minha GoPro que estava no teto. Só depois de passar por baixo desse cabo é que me dei conta de que ele estava lá. Se o cabo estivesse apenas uns trinta ou sessenta centímetros mais baixo, poderia literalmente ter arrancado meu teto e minha cabeça. Tenho muita sorte de ainda estar viva depois daquele incidente.

Melanie Metz
@melaniemetzstormchasing/Instagram/Reprodução
As tempestades avançam quilômetros de uma só vez

Paixão de infância

A obsessão de Metz pelas tempestades começou muito antes dela ver seu primeiro tornado de verdade. Quando criança, no Arizona, a norte-americana começou a sonhar com eles aos cinco anos de idade.

“É quase como se eu tivesse nascido com isso”, disse a caçadora de tempestades. “Nos meus sonhos, eu nunca morri. Mas às vezes me pergunto se morri em um tornado em uma vida passada. Eu não tinha medo desses sonhos. Eu estava fascinado e precisava testemunhar aquele poder.” 

Quando sua família se mudou para Minnesota, as tempestades finalmente ficaram ao alcance. Assim que tirou a carteira de motorista, Metz partiu direto para as tempestades.

Ao longo de sua vida, Melanie Metz realizou diversos cursos de especialização, o que ela acredita ter ajudado a controlar o medo.

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