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PARA DIMINUIR PENA

Maníaco que matou mãe e filhas pede para estudar e trabalhar em presídio; Justiça nega

Juiz rejeita solicitação de Gilberto Rodrigues dos Anjos, autor do assassinato de Cleci Calvi e suas três filhas, que buscava acesso a atividades educacionais no presídio

Conteúdo Hipernotícias
Da Redação

Gilberto Rodrigues dos Anjos, condenado a condenado a 225 anos pelo estupro e assassinato de Cleci Calvi Cardoso, 46, e de suas três filhas, Miliane, 19, Manuela, 12, e Melissa, 10, em Sorriso (400 km de Cuiabá) 2023, pediu à Justiça autorização para poder estudar e realizar atividades intramuros na Penitenciária Central do Estado (PCE), na capital, onde cumpre pena. O pedido foi negado pelo juiz Geraldo Fernandes Fidelis Neto.

De acordo com a decisão do magistrado, apesar de a Lei de Execução Penal assegurar o direito, compete à administração prisional fazer a inclusão dos detentos mediante critérios técnicos e disponibilidade de vagas no presídio.

“Contudo, a efetivação de tal direito não se dá de forma automática e irrestrita, estando condicionada à estrutura e às possibilidades da unidade prisional”, explicou em sua decisão.

LEIA MAIS: Maníaco que estuprou e matou mãe e filhas em Sorriso é condenado a 225 anos

RELEMBRE O CRIME

Cleci Calvi Cardoso, de 46 anos, e as filhas dela, Miliane, Manuela e Melissa Calvi Cardoso, respectivamente com 19, 13 e 10 anos de idade, foram encontradas mortas em novembro de 2023. Elas foram vítimas de Gilberto Rodrigues dos Anjos, um pedreiro que trabalhava numa construção ao lado da casa onde a família morava.

Depois de invadir a casa dos Calvi Cardoso, Gilberto esgorjou e estuprou a mãe e as duas filhas mais novas enquanto agonizavam. A mais nova foi morta asfixiada depois presenciar toda a cena. Depois de cometer a barbárie, o assassino voltou para a obra onde estava trabalhando e ainda levou consigo roupas íntimas das vítimas como um "souvenir" do crime.

Ele foi preso dois dias depois, em 27 de novembro, quando os corpos de Cleci e das filhas foram descobertos.

Em março, Gilberto foi condenado a 22 anos e sete meses por estupro, tentativa de feminicídio e lesão corporal qualificada pela violência de gênero contra D.C.C. Os crimes aconteceram em Lucas do Rio Verde (332 km da capital) dois meses antes da chacina de Sorriso. 

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