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EM DIÁLOGO COM MORAES

Wellington afirma que Gilmar articula prisão domiciliar para Bolsonaro; veja vídeo

Segundo o senador, o ministro foi simpático ao pedido de prisão humanitária e conversa no STF para Jair voltar para casa

Conteúdo Hipernotícias
Da Redação/Do Local

O senador Wellington Fagundes (PL) disse que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, foi simpático ao pedido de prisão humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e tem cuidado pessoalmente da articulação, conversando com o ministro Alexandre de Moraes e demais colegas, sobre a conversão do regime fechado em domiciliar.

Wellington esteve com Gilmar na semana passada, representando o presidente nacional o PL, Valdemar Costa Neto, que está proibido de visitar Jair na Papudinha, em Brasília. Na reunião, o senador ressaltou os problemas de saúde de Jair e que em casa, com a família, teria mais conforto.

"O ministro Gilmar Mendes, pela sua experiência, ele sabe a hora que deve ir e voltar. Ele também sabe que não deve ter excesso. Bolsonaro está pagando de forma absurda porque está com problema de saúde. Depois da facada quantas cirurgias... a penúltima foram 12 horas, agora, outra cirurgia e está sofrendo muito", falou Wellington Fagundes nesta quarta-feira (4).

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Wellington e Jayme Campos (União Brasil) estão entre os 41 senadores que assinaram o pedido de prisão humanitária a Jair. Além das crises de soluço recorrentes que já implicaram em internação do ex-presidente durante o regime fechado, os conservadores reforçam o fato da saúde emocional que pode levar Jair ao quadro de depressão.

"Hoje, qual o maior mal pós-pandemia? É a depressão. Imagina a depressão que ele está. Qualquer ser humano é suscetível a isso", destacou Wellington.

Conforme Fagundes, Gilmar Mendes, que é mato-grossense e decano no STF, também está ciente das implicações políticas com Jair na Papudinha. O senador pontuou que abordou na conversa a diferença do tratamento concedido a Jair e a Lula, que estava liberado para dar entrevistas e receber visitas, enquanto Bolsonaro precisa de autorização de Alexandre de Moraes.

"Está se usando dois pesos e duas medidas", disparou o senador. 

Fagundes prometeu uma reação no Congresso, retomando a articulação pela aprovação do projeto de lei da dosimetria, que beneficiará não só Bolsonaro, mas os demais presos do '8 de janeiro'.

"Por isso, vamos insistir pra derrubar o veto da dosimetria. Uma mulher que usou um batom como arma ter 12 anos de prisão, não dá. Vamos inisistir na anistia, vamos trabalhar", concluiu.

VEJA VÍDEO

 

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