O ex-governador Pedro Taques foi oficializado como presidente do PSB em Mato Grosso nesta quarta-feira (7). O nome de Taques já está no quadro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao lado dos demais que compõe a nova executiva. O cargo antes era ocupado pelo vereador Ilde Taques (PSB), afilhado político do presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (PSB), que deixou o posto para assumir o comando do Podemos.
Taques retorna ao cenário político com protagonismo e está pré-candidato ao Senado. Ele é cotado para 'dobradinha' com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), após visita do presidente nacional do PT, Edinho Silva, a Cuiabá, que se encontrou com o ex-governdor antes de discursar na sede da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM). A conjectura não agrada alas da esquerda e ainda será discutida na federação Brasil a Esperança (PT, PV e PCdoB) e base aliada.
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Uma cerimônia em Brasília está prevista para as próximas semanas onde o ex-governador será formalmente empossado no cargo com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), e do presidente nacional do partido, o prefeito de Recife (PE), João Campos.
"A proposta é constrtuir, de forma responsável e plural, caminhos políticos conectados com a realidade do estado", disse Taques.
Com a movimentação, resta apenas a transferência de Max Russi ao Podemos e demais políticos com mandatos alinhados ao presidente da AL, fato que deve ocorrer somente em março com a janela partidária. Conforme noticiado pelo HNT, vereadores e prefeitos, à exemplo da primeira-secretária da Câmara de Cuiabá, Katisucia Mantelli (PSB), que não serão beneficiados com a janela em 2026, ingressarão com processo no TSE para garantir a desfiliação sem a perda do mandato.

















