HNT TV: Michelly diz que negativa ao PL não tem relação com Samantha: "chapa inchada"
A vereadora por Cuiabá disse que no Partido Liberal iria se deparar com a mesma situação do União Brasil cuja chapa à AL está inchada, inviabilizando sua candidatura
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Da Redação
Reprodução/HNT TV
A vereadora de Cuiabá, Michelly Figueiredo (União Brasil), durante participação no podcast HNT TV Entrevista.
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A vereadora de Cuiabá, Michelly Figueiredo (União Brasil), durante participação no podcast HNT TV Entrevista.
A vereadora por Cuiabá, Michelly Alencar (União Brasil), afirmou que a decisão de não migrar para o Partido Liberal (PL) não tem relação pessoal com a primeira-dama Samantha Iris (PL), mas sim com a chapa do partido, considerada por ela "inchada". Michelly disse ao HNT TV Entrevistaque o critério principal é buscar uma sigla que ofereça chances mais equilibradas de disputa à Assembleia Legislativa, por isso, está com negociações avançadas com o Novo.
"O fato de eu não ir para o PL, não é por conta da Samanta, é por conta da chapa. Do mesmo jeito que está inchada no partido que eu estou, lá também está. Eu só estou saindo porque eu estou procurando um lugar onde eu tenha mais chances e possibilidades justas de eleição", falou a vereadora.
Segundo Michelly o PL "está forte" e repetiria o erro concorrendo com nomes que teria mais condições de se eleger. Samantha foi a vereadora mais votada das eleições municipais de 2024. Além dessa fato, ela tentará converter os votos do esposo, vencedor do pleito à prefeitura de Cuiabá no segundo turno do mesmo ano. A primeira-dama ainda conta com a tropa de choque da extrema-direita que serão seus cabos eleitorais, incluindo, a ex-primeira-dama da República Michelle Bolsonaro (PL).
"Como eu avalio o Republicanos, o Novo, o Podemos, e aí você vai colocando os partidos e vai fazendo o filtro de onde você consegue ter uma disputa mais justa. Não necessariamente só pela Samanta, mas por toda a chapa do PL", pontuou.
O Podemos também está no radar da vereadora. No partido, ela receberia o apadrinhamento político do presidente da AL, Max Russi (PSB), que assumirá o comando do partido. Michelly ainda tem convites do MDB, PDT e Republicanos para avaliar.
Michelly aguarda uma carta de anuência do diretório municipal do UB para se desfiliar sem risco de perder o mandato. Caso haja negativa, ela vai analisar o cenário com o seu grupo e admitiu que a candidatura pode ser inviabilizada.