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"Ativista enviesada"

Porta-voz de Trump se irrita e diz que jornalista finge ser repórter

Karoline Leavitt desqualificou um jornalista após uma pergunta sobre a morte de uma mulher por um agente do Serviço de Imigração dos EUA

Administração

 

Metrópoles
Revista Oeste
 

A porta-voz do governo Trump, Karoline Leavitt, subiu o tom contra um jornalista nessa quinta-feira (15/1), desqualificando sua atuação enquanto ele fazia perguntas sobre um episódio que provocou forte controvérsia nos Estados Unidos. A situação ocorreu durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca sobre a morte de Renee Good, de 37 anos, por agentes do Serviço de Imigração dos EUA (ICE)

Na ocasião, o repórter irlandês Niall Stana afirma que o governo tem defendido as operações do ICE, mas questiona o fato de que 32 pessoas morreram sob custódia do órgão e que 170 cidadãos norte-americanos foram detidos em 2025. Ele também cita que Renee Good foi morta com um tiro na cabeça dentro de seu carro.

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“Por que Renee Good foi, infelizmente e tragicamente, morta?”, questiona Karoline. 

O repóter, então, responde com outra pergunta: “Por que um agente do ICE agiu de forma imprudente e matou alguém injustificadamente?”.

Karoline rebate de maneira mais agressiva, acusando-o de não ser um jornalista, mas sim um ativista com viés político: 

“Ah, ok. Então você não é um repórter, é um ativista de esquerda enviesado. Você não é repórter. Você está se passando por um jornalista nesta sala”, disse Karoline.

Operações do ICE causam tensão em Minnesota

De acordo com o Departamento de Segurança Interna (DHS), Renee Good foi morta ao tentar “atropelar agentes da lei numa tentativa de matá-los”. Por isso, autoridades dispararam contra a vítima, na região da cabeça. Assista ao momento em que ela foi baleada:

Renee era uma cidadã norte-americana. Nas redes sociais, definia-se como uma “amante do Colorado”. A mulher era poeta, escritora, guitarrista, mãe e morava em Mineápolis com a companheira.

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