Por:
RFI
Foto-Folha PE
✅ Clique aqui para seguir o canal do CliqueF5 no WhatsApp
✅ Clique aqui para entrar no grupo de whatsapp
"Pelo menos 27 manifestantes foram mortos por disparos ou outras formas de violência cometidas pelas forças de segurança em oito províncias", escreveu a organização Iran Human Rights (IHR) em seu site, acrescentando que "mais de mil pessoas foram presas".
Nesta terça-feira, os manifestantes gritavam "Pahlavi voltará", referindo-se à dinastia derrubada pela Revolução Islâmica de 1979. Entre outros slogans, a multidão gritou "Seyyed Ali será derrubado", em referência ao líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, segundo imagens cuja autenticidade foi verificada pela AFP.
"Liberdade! Liberdade!", "Sem vergonha", também gritaram dezenas de pessoas, de acordo com vídeos divulgados pelas organizações Iran Human Rights e Human Rights Activists News Agency, esta última dos Estados Unidos.
Neles, é possível ver as forças de segurança usando bombas de gás lacrimogêneo e uma fumaça forte invadindo o bazar, provocando a fuga dos manifestantes.
A agência de notícias iraniana Fars, por sua vez, mencionou apenas "reuniões esporádicas" dispersas pela polícia. E embora a agência tenha considerado impossível estimar o número de manifestantes, um de seus jornalistas calculou cerca de 150 pessoas.
Algumas partes do bazar, como o mercado de ouro, foram fechadas "a partir do meio-dia" como sinal de "protesto contra o aumento da taxa das moedas estrangeiras e a instabilidade dos preços".
O movimento, inicialmente ligado ao custo de vida, começou em 28 de dezembro na capital, antes de se espalhar para outras províncias. É o maior desde o protesto


















