O senador Wellington Fagundes (PL) deixou o caminho aberto para uma possível composição com o MDB, partido presidido em Mato Grosso por sua nora, a deputada estadual Janaina Riva, que ensaiou 'dobradinha' com o deputado federal José Medeiros (PL) ao Senado, mas foi vetada devido o alinhamento da sigla com o presidente Lula (PT). Fagundes, no entanto, ignora o cancelamento dos bolsonaristas à junção, ventilando chances de consolidar a aliança. O senador, inclusive, citou conjecturas nacionais para respaldar o posicionamento, como a aliança entre o PL e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).
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O MDB também está junto com o PL em vários estados
Outro ponto que, supostamente, favoreceria a articulação, conforme o senador, é o fato da nacional do MDB não ter a intenção de lançar candidato próprio à presidência, permitindo que o partido sinalizasse apoio ao pré-candidato da extrema-direita, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
"O MDB está discutindo nacionalmente ainda. Me parece que a decisão do MDB é não lançar candidato a presidente da República. Isso facilita. O MDB também está junto com o PL em vários estados. Por exemplo, São Paulo, que é um estado importante", falou Wellington Fagundes nesta quarta-feira (4).
O senador negou que esteja fazendo pressão pelo nome de Janaina ou da aproximação do PL com o MDB afirmando que "não tem pressa" para selar o pacto partidário. Porém, defendeu a candidatura da nora e reiterou o seu potencial de puxar votos à chapa.
"É uma grande candidata, mas isso não é o momento de discutir. Nós vamos deixar isso lá mais para frente e a decisão será do partido ou dos partidos que tiverem coligado conosco ou que irão coligar conosco", concluiu.
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