A vice-prefeita de Cuiabá, Vânia Rosa (MDB), afirmou que já superou o desgaste político provocado por sua saída da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), mas declarou que o que mais a feriu durante o episódio foram as “mentiras” divulgadas sobre o caso. A fala faz referência ao 'episódio da maca', que ficava em uma antessala de seu gabinete, situação que chegou a virar meme.
Ao comentar a polêmica que envolveu a estrutura de descanso para servidores dentro da secretaria, episódio que acabou sendo usado como justificativa pública para sua saída da pasta, Vânia afirmou que a narrativa construída sobre o caso não corresponde à realidade e acabou sendo usada de forma distorcida.
“O que machuca é a mentira. Eu já expliquei várias vezes o que era aquilo. Era uma iniciativa voltada à qualidade de vida no trabalho. Aquela marca foi doada ainda na assistência social e fazia parte de um trabalho que sempre fiz voltado à valorização dos servidores”, disse.
Durante entrevista nesta semana, a gestora disse que atualmente prefere concentrar sua energia em projetos positivos e evitar alimentar conflitos políticos. “Eu já me senti pior. Hoje eu já superei tudo isso. Tento não me deixar levar por sentimentos não nobres. Estou focada naquilo que posso levar de melhor para a sociedade e não quero gastar energia com nada que não venha somar”, afirmou.
Sem citar nomes, a vice-prefeita também disse acreditar que as consequências das ações negativas acabam recaindo sobre quem as pratica. “Aquilo que as pessoas fazem de ruim, elas mesmas vão colher. Eu só quero levar orgulho para os meus pais, para os meus filhos e para a sociedade cuiabana”, declarou.
A vice-prefeita ainda ressaltou que considera o servidor público um dos principais patrimônios da administração municipal e defendeu melhores condições de trabalho para os profissionais da Prefeitura.
Apesar das críticas ao episódio, Vânia disse que as experiências vividas ao longo do último ano também trouxeram aprendizado político. “Essas situações me trouxeram muito aprendizado de como atuar na política. Aquilo que aprendi em 2025 é impagável”, concluiu.


















