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À CAMINHO DA PRIVATIZAÇÃO

Novo presidente do DAE defende concessão e prega harmonia entre Poderes

Em discurso de posse, Rogerinho Dakar afirma que solução definitiva para crise hídrica passa pela concessão do DAE e união entre Executivo e Legislativo.

Conteúdo Hipernotícias
DA REDAÇÃO

O vereador licenciado Rogerinho Dakar (PSDB) defendeu a harmonia entre os Poderes Executivo e Legislativo e afirmou que a concessão do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) é o caminho definitivo para solucionar a crise hídrica no município. A declaração foi feita durante sua posse como diretor-presidente da autarquia, na tarde desta terça-feira (3).

O novo presidente, que substitui o coronel Zilmar Dias, é o quarto gestor da pasta, desde o início da gestão Moretti-Zaeli. Ele reconheceu que, no cenário atual, o uso de caminhões-pipa para a entrega da água ainda é necessário, mas reforçou que a concessão é a solução estrutural.

“Com certeza, para a gente resolver a situação, é uma concessão. Prova disso, nós temos aí, Cuiabá, que com a concessão ela chegou mais rápido com a qualidade para os munícipes.”, defendeu.

Ao agradecer a confiança da prefeita Flávia Moretti (PL), Dakar destacou que a nomeação foi construída de forma transparente, com diálogo prévio com a Câmara Municipal, o presidente do Legislativo Wanderley Cerqueira (MDB) e o vice-prefeito Tião da Zaeli (PL).

Sendo que este último, Flávia já havia revelado a discordância a indicação. “Precisamos dar as mãos. A maior dificuldade de Várzea Grande hoje é a falta de água. Antes da concessão sair, temos que ao menos melhorar a qualidade de vida das famílias”, afirmou.

Dakar também sinalizou que fará um levantamento completo dos contratos da autarquia, incluindo os relacionados à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), mas pediu prazo para se inteirar tecnicamente da situação.

Segundo ele, o principal gargalo do DAE não está na captação ou tratamento, mas na perda de água na distribuição, causada por vazamentos.

“O foco inicial será reduzir perdas, corrigir vazamentos e melhorar a distribuição. Isso diminui custos e aumenta a oferta de água”, explicou. 

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