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Da Redação
CAMILA RIBEIRO
Recém-filiada ao PCdoB, a suplente de deputada estadual, professora Graciele Marques, pleiteia vaga na Câmara dos Deputados. Entre as pautas defendidas pela ex-petista está o fim da escala 6x1. Ex-doméstica e primeira da família a ingressar na universidade, a professora, que é ex-vereadora por Sinop (502 km de Cuiabá), tem uma forte inclinação com a pauta social e dos trabalhadores. No PCdoB, ela afirma que terá liberdade para fazer essas defesas.
"A população está cansada dessa política que não que não dialoga, que não fala a língua dela. Eu acho que a gente precisa ampliar muito isso no Mato Grosso ainda. Infelizmente, a maior parte dos nossos quadros políticos não consegue dialogar com a população", disse ao HNT TV Entrevista.
"A população está cansada dessa política que não dialoga, que não fala a língua dela"
Graciele revelou que amadureceu a decisão para mudar de partido após ser convidada pela ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos, que a visitou na Assembleia Legislativa (ALMT), em Cuiabá, enquanto ela estava à frente do mandato do deputado estadual Lúdio Cabral (PT).
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A oficialização da ida ao PCdoB ocorreu nesta sexta-feira (6), em ato político no Hotel Paiaguás, na Capital. Com a 'benção' da ministra Luciana, Graciele consolida seu nome na chapa da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) que defenderá o palanque do presidente Lula (PT) em Mato Grosso.
Esse momento de renovação é parte da estratégia da esquerda para eleger pelo menos uma dos candidatos na proporcional à Câmara dos Deputados. Acompanhando a movimentação do centro em Mato Grosso que dividiu os candidatos em partidos aliados, o PT repassou Graciele ao PCdoB para equacionar os votos e viabilizar o alcance da meta do quociente.
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