A busca por maior eficiência energética na produção de etanol tem levado usinas a repensarem a forma como integram suas etapas industriais. Nos Estados Unidos, esse movimento já ocorre em escala comercial, segundo avaliação de Carlos Wilson Zanchini, gerente executivo da Whitefox Technologies.
Na Western Plains Energy, a implementação da tecnologia Whitefox ICE XL mostra como a desidratação por membranas pode ser incorporada diretamente ao sistema produtivo de etanol de milho. O avanço não se limita à substituição de uma etapa térmica convencional, mas propõe a integração entre destilação, desidratação e evaporação como um único sistema energético.
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Ao reduzir a carga térmica necessária na fase de desidratação, o processo impacta diretamente o consumo de vapor e contribui para maior estabilidade das colunas de destilação. Há reflexos também no equilíbrio térmico dos sistemas de evaporação, o que favorece o desempenho global da planta e reduz perdas energéticas ao longo do ciclo produtivo.
A tecnologia já está disponível para o mercado brasileiro, tanto em unidades de milho quanto em plantas de cana-de-açúcar. Em um cenário de expansão do etanol de milho e de pressão crescente por eficiência nas usinas integradas à cogeração, a integração das etapas industriais passa a ser tratada como uma decisão estratégica de engenharia.
A proposta defendida pela Whitefox Technologies está centrada justamente nessa conexão entre processos, com foco em fortalecer a eficiência energética, a estabilidade operacional e a confiabilidade industrial dentro da destilaria. A experiência norte-americana reforça a viabilidade técnica da solução e amplia o debate sobre ganhos estruturais na produção de biocombustíveis.




















