A presidente do PT em Mato Grosso, Rosa Neide, pressiona a médica e pré-candidata ao governo, Natasha Slhessarenko (PSD), por um posicionamento à esquerda ou direita. Ao ser lançada às eleições pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), Natasha divulgou vídeo afirmando ter um alinhanmento à centro-direita, sendo contra o aborto e ideologia de gênero, embora estivesse filiada à sigla que integra a base do presidente Lula (PT). A declaração gerou ruídos com a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), grupo em que Natasha tenta se viabilizar como candidata.
"A gente espera essas definições concentuais que, para nós, da Federação, do Partido dos Trabalhadores, é muito importante que as pessoas venham com clareza e com definição", falou Rosa Neide ao Mídia News.
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Semanas depois da polêmica, a médica se manifestou, minimizando a controvérsia. Ela disse ter uma visão abrangente, capaz de conciliar os interesses da esquerda e direita.
"Não tem inércia. Não tem: 'ah, estou de um lado e do outro'. Na política você tem que ter definições, ter lado, projeto, saber o que você defende", cobrou Rosa Neide.
O fato de estar em cima do muro é um dos motivos pelos quais a rejeição à médica ainda persiste em alas da esquerda. Nem mesmo a sinalização do apoio do presidente nacional do PT, Edinho, foi capaz de diluir os acenos contrários à Natasha como nome ao governo pelo grupo.

















