O vice-presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Júlio Campos (União Brasil), rebateu o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União Brasil), de que a disputa ao Senado em 2026 seria mais "tranquila" do que a corrida eleitoral ao governo. Para Júlio, o cenário é justamente o oposto. Segundo o parlamentar, o número elevado de pré-candidatos e a existência de apenas duas vagas tornam a eleição mais difícil e competitiva. Esse cenário, na avaliação dele, reforça a estratégia de o senador Jayme Campos (União Brasil) insistir na construção de uma pré-candidatura ao Palácio Paiaguás.
"Não é mais tranquila a disputa ao Senado, não. É até mais difícil, porque há excesso de candidatos. Hoje, nós já temos vários nomes colocados: Mauro Mendes, Janaína Riva, Carlos Fávaro, Pedro Taques, Galvan Medeiros, entre outros. São pelo menos sete candidatos disputando apenas duas vagas, em uma eleição de turno único", afirmou Júlio HNT TV Entrevista.
Ele destacou que, diferentemente do Senado, a eleição para o governo estadual tende a ser mais previsível e com menos concorrentes. "Na eleição para governador, você tem menos nomes. Hoje se fala no Fábio Fagundes, do PL, no Otaviano Pivetta, do Republicanos, na Natasha Slhessarenko, da Federação Cidadania, e no próprio Jayme Campos. Isso permite a possibilidade de segundo turno, o que amplia as chances", avaliou.
Júlio Campos também afirmou defender abertamente que Jayme Campos dispute o Governo do Estado, argumentando que as vagas ao Senado já tendem a ser ocupadas por nomes fortes e consolidados.
"Para o Senado, já temos praticamente dois nomes definidos: o governador Mauro Mendes, que sai do governo com grande prestígio pela sua gestão, e a deputada Janaína Riva, que é o segundo voto de praticamente todo mundo", disse.
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