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FIEL A WELLINGTON

Coronel Fernanda chama de “traidores” correligionários que tentam "emprestar" PL

A deputada federal disse que Valdemar Costa Neto já sacramentou Wellington Fagundes como pré-candidato à majoritária e que não vai liberar filiados para subir em outros palanques

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Da Redação

A deputada federal Coronel Fernanda (PL) chamou de traidores os correligionários que querem "emprestar" o partido para outros pré-candidatos ao governo. A Coronel ressaltou que o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, já 'bateu o martelo" e que o nome à majoritária da legenda em Mato Grosso é o senador Wellington Fagundes (PL). Segundo ela, ninguém será liberado para subir em outros palanques. 

"Em relação à pré-candidatura do senador, já está sacramentada. O presidente Valdemar da Costa Neto já garantiu isso. Nós não estamos liberados. Nós vamos trabalhar para que isso aconteça. O PL é um partido forte, é o partido que fez maior número de prefeitos no Brasil e só foram eleitos porque estavam no PL", falou a deputada à CBN Cuiabá. 

Antes do aceno de Valdemar a Wellington, uma ala do partido liderada pelo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), articulava a construção de aliança com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos). A Coronel Fernanda disse a questão não é sobre o merecimento do Pivetta receber o apoio da direita, mas quanto a fidelidade partidária. A deputada reforçou que  os filiados ao PL precisam trabalhar para tampar brechas a possíveis rachas. 

"A gente precisa entender que o nosso partido precisa de um representante, não dá pra gente ficar emprestando a nossa sigla para qualquer um. Não quer dizer que o Pivetta não é um cara merecedor, é meu amigo particular, ele tem as qualidades deles, mas eu sou PL, eu sou Wellington Fagundes", disse. 

O fortalecimento da base é parte da estratégia da extrema-direita para eleger o novo presidente da República. Após eleger 21 prefeitos em 2024, sendo um da Capital e outros três nas principais polo do estado, o esforço do diretório do PL é para fazer a transferência dos votos. Coronel Fernanda rechaçou os companheiros de partidos que ficam "em cima do muro" e os classificou como traidores. 

"Esse que é o entendimento. O resto para mim é resto. Eu tenho que ter um objetivo. Quem fica em cima do muro não serve para nada. Quem fica pulando de galho em galho é um traidor. E traidor você já sabe, ele não vai fazer nada de bom para você. Eu sou PL e continuo PL", concluiu.

 

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