O assessor parlamentar da Câmara Municipal de Várzea Grande, Marquesio Marques de Assis, foi preso, na madrugada do último domingo (4), acusado de agredir a ex-companheira, de 26 anos. Ela também foi presa. O caso foi registrado no bairro Jardim Glória 1.
Por meio de nota, a Câmara informou que o servidor será afastado do cargo sem remuneração enquanto o caso é investigado.
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Conforme o boletim de ocorrência, uma equipe da Polícia Militar esteve no local por volta das 03h50 para atender uma ocorrência de briga de casal.
No local, a mulher disse que os dois estavam bebendo juntos quando a briga teve início por causa de ciúmes. Ela contou aos militares que tentou deixar a residência, mas Marquesio teria a impedido.
Ele teria a segurado pelo braço e passado a enforcá-la. Marquesio também teria dado socos no tórax da vítima. Conforme o relato da mulher, um sobrinho menor de idade de Marquesio ajudou nas agressões.
Marquesio negou. Disse que ele teria tentado convencê-la a ficar em sua casa devido ao horário avançado. Segundo ele, a mulher teria ficado agressiva e passado a agredi-lo com socos, arranhões e mordidas.
O homem disse que ela teria pego uma garrafa de vinho e arremessado contra a TV da residência e, depois, pegou uma cadeira e tentou arremessar contra o para-brisa do seu carro.
Diante disso, conforme o relato de Marquesio, ele teria pedido ajuda ao sobrinho para conter a mulher. Os dois foram detidos e conduzidos à delegacia, onde o caso foi registrado.
Conforme o registro da Polícia Civil, os dois deram entrada na delegacia com lesões no corpo. A mulher pediu que fossem concedidas medidas protetivas contra Marquesio enquanto Marquesio decidiu representar contra a ex-companheira por violência doméstica.
Na audiência de custódia, realizada no mesmo dia da prisão, conduzida pelo juiz Wladymir Perri, da 3ª Vara Criminal de Várzea Grande, os dois foram colocados em liberdade
Por meio de nota, a Câmara de Várzea Grande disse que "repudia qualquer forma de violência e agressão e considera o caso extremamente grave". Informa, ainda, que foi aberta uma investigação interna para apurar os fatos.
Marquesio foi afastado de suas funções e ficará sem remuneração. Conforme a Câmara, isso ocorrerá para "garantir a integridade do processo e a segurança de todos os envolvidos".
Por fim, a nota afirma que a Câmara se solidariza com a vítima e com "todos os que se sentem afetados por este tipo de situação".

















