O homem preso, nesta quinta-feira (29), acusado de disseminar a ideologia neonazista queria atos públicos de violência contra pessoas de origem judaica e negros. É o que revela a investigação da Polícia Civil no âmbito da Operação Enigma.
Além disso, conforme o delegado Guilherme da Rocha, da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), o indivíduo tinha planos para atacar mesquitas, os templos religiosos de pessoas que professam a fé muçulmana.
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“O investigado demonstrava estar em estágio avançado de radicalização, com intenções de vandalizar mesquitas e praticar atos de violência contra a população negra”, explicou.
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Além disso, ele usava as redes sociais para incitar ataques contra escolas e contra populações vulneráveis, além da prática do crime de racismo.
O acusado, morador da cidade de Gaúcha do Norte (580 km de Cuiabá), foi alvo de ordens de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e afastamento de sigilo telemático.
As investigações da polícia de Mato Grosso tiveram início depois que a Homeland Security Investigations (HSI), uma agência de inteligência da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, emitiu um alerta sobre a atuação do acusado.



















