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MORTE A ESCLARECER

Família encontra cadeirante morto e filho suspeita de assassinato devido terreno

Os socorristas do Corpo de Bombeiros identificaram morte de causa natural, mas o jovem insistiu na suspeita de homicídio

Conteúdo Hipernotícias
DA REDAÇÃO

O corpo do cadeirante Dermival Pereira de Melo, de 51 anos, foi encontrado pela família na madrugada deste sábado (10) em Pontes e Lacerda (km de Cuiabá). O Corpo de Bombeiros foi acionado. Os socorristas confirmaram o óbito e indicaram que a morte foi por causas naturais. O filho de Dermival discordou, relatando que o pai poderia ter sido vítima de assassinato em decorrência a desentendimento com terceiro por um terreno. 

A Polícia Militar foi chamada para dar suporte ao caso. Os militares chegaram à casa por volta da 1h da madrugada. Os socorristas relataram que foi cumprido o protocolo de ressuscitação, mas Dermival não correspondeu, sendo decretada a hora da morte por causas naturais e que o filho interferiu, apontando suposto assassinato. 

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O jovem insistiu na versão do crime e os PMs ligaram para a Polícia Civil. Os agentes negaram o encaminhamento do caso à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), pontuando que equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) não seriam direcionadas. Eles orientaram os militares a registrar o caso como morte por causas naturais. 

O filho de Dermival não concordou e prestou a ocorrência foi registrada como "morte a esclarecer. O corpo de Dermival passou pelo exame de necropsia no Instituto Médico Legal (IML).

O caso será investigado.

O corpo do cadeirante Dermival Pereira de Melo, de 51 anos, foi encontrado pela família na madrugada deste sábado (10) em Pontes e Lacerda (km de Cuiabá). O Corpo de Bombeiros foi acionado. Os socorristas confirmaram o óbito e indicaram que a morte foi por causas naturais. O filho de Dermival discordou, relatando que o pai poderia ter sido vítima de assassinato em decorrência a desentendimento com terceiro por um terreno.

A Polícia Militar foi chamada para dar suporte ao caso. Os militares chegaram à casa por volta da 1h da madrugada. Os socorristas relataram que foi cumprido o protocolo de ressuscitação, mas Dermival não correspondeu, sendo decretada a hora da morte por causas naturais e que o filho interferiu, apontando suposto assassinato.

O jovem insistiu na versão do crime e os PMs ligaram para a Polícia Civil. Os agentes negaram o encaminhamento do caso à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), pontuando que equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) não seriam direcionadas. Eles orientaram os militares a registrar o caso como morte por causas naturais.

O filho de Dermival não concordou e prestou a ocorrência foi registrada como "morte a esclarecer. O corpo de Dermival passou pelo exame de necropsia no Instituto Médico Legal (IML). O caso será investigado.

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