Depois de atropelar e matar a amante, Simone da Silva Matiuzi, de 33 anos de idade, Paulo César Santos Vilela, preso pelo crime, solicitou uma corrida por aplicativo e tentou retornar para casa, onde a esposa o aguardava. Paulo mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima, que era prima da esposa dele, há cerca de um ano e meio.
No dia 12 de março, ele e Simone participaram de uma confraternização num sítio em Vila Bela da Santíssima Trindade. No percurso de volta, o casal teria discutido por causa de uma música e, na sequência, Simone foi morta. As autoridades apontam que ela provavelmente foi atingida por um macaco hidráulico antes de ser atropelada.
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Paulo negou. O suspeito tentou justificar que estava bêbado e dirigia de chinelo, que escorregou do pedal do freio, fazendo com que o carro passasse por cima de Simone.
Depois de matar a amante, ele alegou que seguiu a pé, junto de uma terceira pessoa e duas crianças, até determinado ponto da estrada onde o grupo se separou. Paulo também afirmou que não chamou socorro por acreditar que Simone já estava morta.
Ele conseguiu um telefone emprestado para solicitar uma corrida por aplicativo e retornar a Pontes e Lacerda, cidade em que vive com a esposa.
O carro em que estavam Paulo e Simone ficou abandonado na estrada e foi apreendido. Segundo o suspeito, o veículo havia sido adquirido em conjunto pelos dois.


















