Os mercados agrícolas iniciaram a semana com movimentos moderados de recuperação nas principais commodities, em um ambiente ainda marcado pela cautela dos investidores diante de indicadores econômicos e fatores geopolíticos. De acordo com a TF Agroeconômica, a abertura desta segunda-feira mostrou leves altas em Chicago para trigo, soja e milho, além de ajustes nos preços físicos no mercado brasileiro.
No mercado de trigo, após o contrato março de 2026 atingir nova mínima intradiária, os preços passaram a registrar leve valorização, atribuída à tomada de lucros. Na Bolsa de Chicago, o vencimento março operava próximo de US$ 5,07 por bushel, enquanto o dezembro avançava para a faixa de US$ 5,66. No mercado físico, os preços no Paraná e no Rio Grande do Sul apresentaram variações positivas discretas. O foco do mercado permanece voltado para o relatório do USDA previsto para o dia 12, que trará dados de estoques trimestrais, produção final, área plantada de trigo de inverno e o WASDE, com potencial para definir a tendência dos próximos meses.
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A soja iniciou 2026 em alta na Bolsa de Chicago, com ganhos entre 5 e 6,75 centavos de dólar por bushel. O contrato março era negociado em torno de US$ 10,51, enquanto maio se aproximava de US$ 10,64. Farelo e óleo acompanharam o movimento positivo. No Brasil, os preços físicos registraram avanço tanto no interior do Paraná quanto no porto de Paranaguá. O desempenho reflete uma recuperação mais ampla das commodities, impulsionada principalmente pela valorização do ouro.
O milho também apresentou recuperação após a queda registrada no fim da semana anterior. Os contratos março e julho subiram em Chicago, sustentados por dados semanais de exportação e pelo anúncio de uma nova venda norte-americana para a Coreia do Sul. No mercado brasileiro, entretanto, os preços físicos e os contratos na B3 seguiram em leve baixa.


















