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Mato Grosso Quinta-feira, 12 de Novembro de 2020, 11:48 - A | A

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Mato Grosso

Pesquisa revela que 95% se adaptaram ao trabalho remoto no MPMT

A pesquisa “Condições do trabalho remoto no contexto da Pandemia” revelou que 95,14% dos integrantes do Ministério Público do Estado de Mato...

Ministério Público MT

A pesquisa “Condições do trabalho remoto no contexto da Pandemia” revelou que 95,14% dos integrantes do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) se adaptaram ao trabalho remoto. Esse é um dos apontamentos destacados pelo programa de qualidade de vida no trabalho “Vida Plena - MPMT pensando em você”, ao apresentar o resultado da consulta realizada no mês de junho. Conforme membros, servidores e estagiários respondentes, as facilidades do trabalho remoto foram a supressão do tempo de deslocamento e a melhor administração da rotina doméstica e de trabalho. Em contrapartida, as principais dificuldades na adaptação estiveram relacionadas à ergonomia, recursos tecnológicos e aumento de despesas como energia elétrica, por exemplo. 

O questionário foi aplicado após vivência de três meses de distanciamento social e trabalho remoto, com objetivo de conhecer as condições de trabalho dos integrantes da instituição no cenário da pandemia da Covid-19, de modo a subsidiar e direcionar as ações do programa Vida Plena. Quinhentos e três integrantes do MPMT participaram da pesquisa, o equivalente a 30% de toda a instituição, sendo a maioria (52,8%) do interior de Mato Grosso. Do universo de respondentes, cerca de 84% são servidores, 14% membros e 2% estagiários. 

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A pesquisa foi dividida em quatro eixos estruturantes: condições de trabalho, processos de trabalho, organização e gestão de trabalho e qualidade de vida no trabalho. A adaptação do trabalho remoto compõe o eixo “organização e gestão do trabalho”, que também avaliou os aspectos quantitativo e qualitativo da produtividade, relacionamento com a chefia, com os colegas e a comunicação institucional. Ainda nesse eixo, os respondentes avaliaram a conciliação entre trabalho remoto e atividades domésticas. Para 44,73% dos participantes, na maior parte do tempo foi possível administrar essa relação como gostaria. Já 40,16% afirmaram sempre administrar como gostaria. Além disso, 52,68% disseram conviver com pessoas que demandam cuidados e, aproximadamente metade deles disse conseguir conciliar satisfatoriamente a demanda doméstica com o trabalho remoto.

Com relação às “condições de trabalho”, a maioria afirmou possui internet com velocidade adequada, mouse, teclado, fone de ouvido e computador desktop com configuração adequada. Contudo, 44,9% revelaram despesas adquirindo recursos tecnológicos, 26,6% adquirindo melhorias para ergonomia. Sobre os “processos de trabalho”, 80,72% dos participantes afirmaram que a carga horária era adequada ao volume de atividades laborais e 25,45% relataram dedicar mais de oito horas por dia. 

A respeito do eixo “qualidade de vida”, 43,14% disseram que a saúde física era satisfatória e não alterou e 49,9% sinalizaram que a saúde emocional piorou. A respeito dos fatores de risco para a Covid-19, 72,37% disseram não apresentar e 27,63% afirmaram possuir. Além disso, 49,90% disseram residir com pessoas que possuem fator de risco. 

O questionário foi elaborado pela equipe do Programa Vida Plena e pelo Núcleo de Estatísticas do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan), sendo este último responsável pela tabulação dos dados. O levantamento contemplou questões referentes aos recursos tecnológicos, estrutura física, rotina laboral, processo de trabalho, adaptação ao trabalho remoto e produtividade, gestão e relações de trabalho, administração da dinâmica do trabalho, atividade doméstica e relação familiar, saúde física e aspectos emocionais, percepções e sugestões. O resultado da pesquisa foi apresentado durante evento comemorativo ao Dia do Servidor Público e a apresentação pode ser consultada aqui (link).

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