Internacional|Do R7
A sangrenta repressão que os aiatolás impuseram aos manifestantes do país, nos últimos dias, provocou uma série de protestos contra o Irã nesta sexta-feira (16).
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Em Yalova, na Turquia, manifestantes acenderam cigarros em cartazes com o rosto do líder supremo do país, Ali Khamenei. No país europeu, as mulheres não são obrigadas a usar o hijab, o véu islâmico, sobre o cabeloDilara Senkaya/Reuters – 16.01.2026
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Irã sob pressãoNesta sexta, a repressão violenta dos aiatolás contra o próprio povo parece ter, pelo menos por enquanto, sufocado os protestos, segundo um grupo de direitos humanos e moradores, enquanto a mídia estatal noticiou mais prisões, em meio às ameaças dos EUA de intervir caso os assassinatos continuemDilara Senkaya/Reuters – 16.01.2026 -
Crise no IrãApós as repetidas ameaças do presidente Donald Trump de ação militar contra o Irã em apoio aos manifestantes, os temores de um ataque americano diminuíram desde quarta-feira, quando o americano afirmou ter sido informado de que os assassinatos na repressão estavam diminuindoDilara Senkaya/Reuters – 16.01.2026 -
Mulheres e as manifestaçõesAliados dos EUA, incluindo Arábia Saudita e Catar, conduziram intensa diplomacia com Washington esta semana para evitar um ataque americano, alertando para as consequências para a região em geral, que, em última instância, afetariam os Estados Unidos, disse um funcionário do Golfo.
Na imagem, mais mulheres que se juntaram às manifestações na TurquiaDilara Senkaya/Reuters – 16.01.2026 -
Ônibus queimado no IrãNesta sexta, ainda há resquícios dos protestos que invadiram Teerã nos últimos dias. Na foto, um ônibus queimado na capital do Irã.
Os manifestantes começaram a se queixar da inflação em alta e o alto custo de vida, mas os atos enveredaram para as críticas à autocracia dos aiatolás, que não deixam o poderMajid Asgaripour/Wana (Agência de Notícias da Ásia Ocidental) – 16.01.2026.Continua após a publicidade -
Protesto pró-aiatolásNesta sexta, também houve protestos a favor da ditadura dos aiatolás no Irã.
A Casa Branca afirmou na quinta-feira que Trump está monitorando de perto a situação no país, acrescentando que o presidente e sua equipe alertaram Teerã de que haveria “graves consequências” caso os assassinatos ligados à repressão continuemThaier al-Sudani/Reuters – 16.01.2026 -
Coreia do Sul e o IrãEm Seul, capital sul-coreana, ativistas foram às ruas para uma manifestação em frente à Embaixada do Irã. A ideia era ampliar a voz dos críticos ao governo dos aiatolás, que sofrem uma repressão violenta em Teerã.
Trump entende que 800 execuções programadas foram suspensas, acrescentou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, dizendo que o presidente está mantendo "todas as suas opções em aberto"Kim Soo-hyeon/Reuters – 16.01.2026 -
Protesto contra o Irã na AlemanhaDemonstrações de apoio aos iranianos também ocorreram na Alemanha, especialmente em Berlim.
Os protestos eclodiram em 28 de dezembro devido à inflação galopante no Irã, cuja economia foi prejudicada pelas sanções, antes de se transformarem em um dos maiores desafios já enfrentados pelo clero que governa o país desde a Revolução Islâmica de 1979Nadja Wohlleben/Reuters – 16.01.2026


















