O Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior de Mato Grosso (SINTUF-MT) confirmou a adesão à paralisação nacional marcada para 27 de janeiro. A mobilização envolve servidores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e integra o calendário de lutas da FASUBRA Sindical.
Na mesma data, será realizada a Assembleia Geral de Paralisação, às 8h30, em formato híbrido: presencial nos campi de Cuiabá, Várzea Grande e Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM), e online para as seções sindicais de Sinop, Rondonópolis e Barra do Garças.
A pauta da assembleia inclui informes locais e nacionais, avaliação do Projeto de Lei 6.170/2025, que regulamenta o Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) no Plano de Carreira dos Técnico-Administrativos em Educação, além de análise de conjuntura e deliberação sobre possível greve. O PL tem sido alvo de críticas das entidades sindicais, que apontam divergências em relação ao texto construído pela Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC) e defendido pela categoria.
Segundo o SINTUF-MT, já foram encaminhados ofícios à gestão da UFMT e da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) solicitando o abono de frequência dos servidores que participarem da paralisação. A direção reforça que o movimento é legítimo, previsto no direito constitucional de organização sindical, e que busca garantir valorização e isonomia na carreira.
O último Informe da FASUBRA (ID nº 001/2026) traz a análise técnica da CNSC sobre os impactos do PL 6.170/2025, apontando restrições de acesso ao RSC para aposentados, servidores em estágio probatório e pensionistas, além de questionar a equivalência remuneratória proposta pelo governo. O documento será utilizado como referência nos debates da assembleia e na plenária nacional da FASUBRA, marcada para os dias 24 e 25 de janeiro, em Brasília.
CONFIRA



















