A especialista em harmonização facial, Nayara Cerutti, alertou no HNT TV Entrevista que o uso excessivo de bioestimuladores de colágeno pode comprometer a naturalidade do rosto, provocando o travamento da mímica facial e perda dos contornos naturais. Segundo ela, muitos pacientes chegam ao consultório assustados após verem procedimentos exagerados em artistas, como da apresentadora Eliana, cujo rosto ficou com aspecto 'congelado'.
De acordo com Nayara, o tema ainda é pouco discutido, o que leva muitas pessoas a acreditarem que estimular colágeno é sempre a opção mais segura. "É comum o paciente dizer que não quer ácido hialurônico, apenas colágeno. Mas o excesso de colágeno também traz riscos", explicou.
O excesso de colágeno traz riscos
Conforme Nayara, esse travamento provocado pelo colágeno é diferente do botox. Enquanto a toxina botulínica paralisa temporariamente o músculo, o excesso de colágeno gera um endurecimento da face, dificultando movimentos como o sorriso.
"A bochecha fica rígida, o rosto perde leveza, elegância e naturalidade", pontuou.
A bochecha fica rígida, o rosto perde leveza, elegância e naturalidade
Nayara também destacou a diferença entre os procedimentos. O ácido hialurônico é utilizado para repor volume perdido com o envelhecimento, sendo aplicado de forma profunda e personalizada, conforme a estrutura facial. Já o bioestimulador de colágeno tem a função de devolver firmeza à pele, melhorando flacidez e textura, mas deve ser usado com moderação.
"A harmonização precisa ser equilibrada. O excesso, mesmo de algo que parece inofensivo, pode gerar um resultado totalmente contrário ao desejado", concluiu.
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