A pré-candidata a deputada federal Mirtes Eni Leitzke Grotta (NOVO), conhecida como “Mirtes da Transterra”, foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a um ano de prisão por envolvimento no 8 de Janeiro, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram depredadas por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em entrevista neste domingo, quando participou do evento Acorda Brasil, na Praça do Choppão, em Cuiabá, Mirtes disse que a sua pena pode ser convertida em 225 horas de trabalhos sociais.
“Não posso ter redes sociais até cumprir a pena, tenho que fazer o curso de Democracia e Estado Democrático de Direito. Eu não fiquei inelegível, posso concorrer. E tem a multa de R$ 5 milhões, mas ela é solidária com mais 50 e poucas pessoas”, detalhou aos jornalistas.
Conforme a pré-candidata, ela foi condenada por conta de uma mensagem em um grupo de WhatsApp sobre a sua participação em uma manifestação. Conforme o relato dela, a manifestação em questão era em Sinop, onde ela vive.
“Na mensagem de whatsapp dizia ‘estou indo para a manifestação’. Foi esse meu crime. Não financiei, nada, foi só a mensagem de WhatsApp”, concluiu.



















