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Rosa Neide diz que 'problemas' começaram com Bolsonaro e isenta Lulinha

Diretora-executiva da Conab afirma que movimentação financeira de filho do presidente Lula é regular e critica investigações

Conteúdo Hipernotícias
DA REDAÇÃO

A diretora-executiva da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Rosa Neide (PT), afirmou que os problemas envolvendo o Banco Master começaram ainda no governo do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL).

Segundo ela, as apurações devem atingir todos os envolvidos, independentemente do espectro político, mas avançou contra o principal adversário do seu correligionário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Todo mundo está vendo quando começou. Foi tudo no governo Bolsonaro. Quem se envolveu tem que responder, seja do lado A ou do lado B”, afirmou. Para a diretora da Conab, o episódio se tornou um “escândalo nacional” e, apesar de defender uma investigação responsável, ela criticou a forma como as denúncias vêm sendo conduzidas no Congresso Nacional.

Segundo ela, muitas comissões acabam se transformando em palanque político. “Não pode se fazer armações como se fosse um picadeiro. Para fazer política pública responsável, é preciso ter cuidado”, afirmou.

DEFESA DE LULINHA

Rosa Neide ainda saiu em defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente Lula (PT), que teve o nome atrelado às denúncias do Banco Master. Ela afirmou que a movimentação financeira atribuída ao empresário não apresenta irregularidades.

Segundo ela, os valores apontados em investigações decorrem da atividade empresarial e não configuram ilícito. Durante entrevista, Rosa Neide afirmou que a análise das contas já demonstrou que não houve depósitos suspeitos. Para a ex-deputada federal, o fato de Lulinha ser filho do presidente da República acaba ampliando a repercussão do caso.

“Foi muito bom quebrar o sigilo e olhar aquela conta. Não tem nenhum depósito irregular lá. São valores altos, mas ele é um empresário que tem duas grandes empresas”, declarou.

Nos últimos dias, veio à tona a informação de que o empresário teria movimentado cerca de R$ 19 milhões em quatro anos, o que gerou questionamentos no meio político. A diretora da Conab afirmou que os valores correspondem a transferências entre as empresas e a conta pessoal do empresário.

Ela também minimizou um repasse feito pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao filho, afirmando que se trata de uma transação comum.

“Está se questionando até um depósito do pai para o filho. Quero saber em que lugar do mundo isso seria questionado. Só no Brasil”, disse.

 

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