A suplente no Senado, Margareth Buzetti (PP), negou ao HNT TV Entrevista que tenha recuado de disputar as eleições de 2026 e afirmou ter dois convites para compor chapa à majoritária. A federação do União Brasil com PP, a União Progressista (UPB), pode lançar até dois nomes ao Senado. Buzetti pode acabar sem espaço, caso o governador Mauro Mendes (União Brasil) assuma o posicionamento de pré-candidato e o senador Jayme Campos (União Brasil) abra mão do projeto ao governo, passando a disputar a reeleição.
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Para não 'sobrar' no tabuleiro político, Buzetti deu passos em direção ao NOVO, se aproximando do partido que ainda não tem pré-candidato à majoritária, mas estaria disposto a bancar a suplente ao pleito. O Republicanos é outra sigla que tem simpatia pelo nome de Margareth que mantém bom relacionamento com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), a quem ela defende como a melhor alternativa no grupo de Mendes para concorrer ao Paiaguás.
Margareth Buzetti admite que estar encurralada pelo cenário atual, mas foi positiva quanto ao futuro, indicando ter alternativas e ressaltou que sua intenção não é deixar o PP.
A federação pode sim ser um empecilho. Não gostaria de sair de sair do Progressista
"É possível ter um candidato do PP e outro da União Brasil. Mas a federação pode sim ser um empecilho. Eu tenho dois outros partidos e eu não gostaria de fazer isso, não gostaria de sair de sair do Progressista", falou a suplente com exclusividade ao podcast.
Essa não seria a primeira desfiliação de Buzetti do PP. Em dezembro de 2022, ela se filiou ao PSD com a condição de assumir o mandato do senador licenciado, Carlos Fávaro (PSD), após convite do presidente Lula (PT) para que ele ser empossado no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Mas a parceria acabou em 2025 quando o segundo suplente, José Lacerda (PSD), cobrou a execução do rodízio. Margareth cumpriu o acordo, Lacerda assumiu e ela retornou ao PP.
Tenho dois outros partidos que recebi convite
Desta vez, a saída também seria estratégica à exemplo da movimentação de 2022.
"Eu tinha um relacionamento no PSD nacional e não tinha no estadual. Mas aí voltei pro meu partido. Se ele me inviabilizar, eu tenho dois outros partidos que recebi convite. Mas vamos ver", concluiu.
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