Em meio aos esforços do Brasil para ampliar as suas exportações para outros países, o governo federal firmou vários acordos com o México no setor do agronegócio. A equipe econômica tem buscado alternativas comerciais para driblar eventuais prejuízos para os produtores com a tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos.
Em missão oficial ao território mexicano, a comitiva brasileira abriu o mercado de exportação de farinhas bovina e suína. Como contrapartida, o Brasil autorizou a importação do atum mexicano.
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Além disso, Brasil e México avançaram nas tratativas para atualização e modernização de dois Acordos de Complementação Econômica (ACEs 53 e 55), assinados em 2002.
A comitiva brasileira também assegurou a continuidade do Pacic (Pacote contra a Inflação e a Caristia) para assegurar fluxo corrente crescente das exportações brasileiras e aberturas de mercados para ambos os países.
Diante do caso recente de gripe aviária no Rio Grande do Sul, o governo federal também conseguiu atualizar os protocolos com o México para eventuais novos episódios. O governo mexicano se comprometeu com a regionalização para a comercialização de produtos de aves em caso de gripe aviária.
Com isso, caso haja a ocorrência da patogenicidade, o protocolo será avaliado em até 10 dias pelo México para restringir às exportações à área de influência da doença.
Também está prevista para os próximos meses auditorias mexicanas para habilitação de novas plantas frigoríficas brasileiras de bovinos, aves e suínos para a comercialização para o México.
A comitiva brasileira enviada ao México contou com a participação do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e o presidente da Apex, Jorge Viana.