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Segunda-feira, 05 de Abril de 2021, 06h:30

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Tempos inimagináveis estamos vivendo

Que vejamos uma esperança, que possamos crer em dias melhores e humanizados, que tenhamos em Cristo a resposta para todos os temores


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Rosine Ferraz Damacena Borges

Quanta dor, sofrimento, angústia, ansiedade e crise financeira. Muitos questionamentos sem respostas e quantas atitudes desmedidas e inconsequentes se fixam em nosso olhar.

É... não está sendo fácil, entretanto há  aqueles que parecem não serem conscientes de que toda ação gera uma reação e que as consequências estão sendo catastróficas, sem proporções, fora de controle.

Temos o grito desesperado da saúde alertando a todos de que nossas atitudes podem ser cruciais para que a disseminação do vírus seja contida e possam poupar vidas.  Ouvimos o clamor das famílias que precisam de UTI e não há vagas, ouvimos o grito de crianças e adolescentes que sentem a falta dos colegas, professores e profissionais da educação que, inseridos nesta triste realidade precisaram, em tempo recorde fazer o pedagógico totalmente diferente de qualquer formatação já realizada.

As famílias se viram “obrigadas” a estarem mais tempo juntas e os pais, sobretudo, neste contexto estão inseridos no processo de construção do conhecimento dos filhos e buscando estratégias, juntos aos professores, para que os alunos não se percam no caminho da busca do desenvolvimento de habilidades e competências inerentes ao ano escolar que estão inseridos. Não é algo fácil conciliar, acompanhar, estimular, mas é esta a realidade que estamos vivendo e precisamos unir forças, dialogar, ajudar uns aos outros para que o saber seja fortalecido na prática e que a escola e a família, efetivamente possam ajudar-se mutuamente, pois o foco é sempre a construção do conhecimento a formação de cidadãos críticos e atuantes.

Temos o choro das famílias dilaceradas pela dor da perda, pela impotência diante da incerteza, do temor, da necessidade de trabalhar e não saber se a qualquer momento o vírus imporá sua presença.

Quantas famílias enfrentam a dificuldade em manter as contas em dia. O desemprego, a inconstância, a instabilidade... deixam todos ansiosos, estressados e fragilizados.

Só poderemos passar por tudo isso se estivermos na presença de DEUS, só Ele para nos fazer acreditar que isso irá passar, que somos nós mesmos os responsáveis por nossos atos, que a inconsequência gera consequência, que é momento de unirmos em oração e encontrarmos NELE o consolo e a esperança.

O clamor, a oração, a solidariedade, a resiliência e o amor ao próximo, são ações necessárias e essenciais. Que vejamos uma esperança, que possamos crer em dias melhores e humanizados, que tenhamos em Cristo a resposta para todos os temores. Que possamos nos voltar a Deus e reconhecer que o amor Dele por nós é a resposta para nos fortalecer e podermos passar por esta triste realidade.

Não dá para sermos simplistas e acharmos que a responsabilidade é apenas do poder público, ou mais que a responsabilidade é apenas individual, na verdade é uma cadeia em que “Todos” somos corresponsáveis, “Todos” podemos fazer algo de melhor e “Todos” temos a nossa parcela de contribuição para que saiamos melhores seres humanos, mais cristãos e com a fé fortalecida.

A corrupção muitas vezes não é uma ação apenas dos políticos, e na verdade não dá sequer para generalizarmos que “Todos” são corruptíveis, abusam do poder, agem em benefício próprio, tiram vantagem e não trabalham pelo bem comum, há também na sociedade pessoas que praticam a corrupção quando tentam tirar proveito da situação, quando tentam um jeitinho de se auto-beneficiar, furam filas, fazem vista grossa a ações que não são condizentes com a verdade, falam algo “verdadeiro” e na prática agem o contrário, enfim que possamos repensar nossas ações e mudar pequenas ou grandes atitudes com mais ética, respeito e amor. Tempos inimagináveis estamos vivendo... sim é fato! Mas não devem ser maiores que a perspectiva de que vai passar e que boas ações são realizadas e que podemos resgatar valores, princípios, boas práticas, boas vibrações, ética e respeito.

 

Rosine Ferraz Damacena Borges –Professora

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